domingo, 7 de março de 2010

A CRÍTICA AND ME...PART II



Todos nós somos críticos não só da vida e do comportamento alheio, como de televisão, cinema, teatro, política e futebol.
A opinião de uma pessoa do público leiga as “leis” do teatro e da dramaturgia para mim tem o mesmo valor que a de uma pessoa “experiente, estudada, bacharel”.
Claro que existem as diferenças, uma trabalha mais pela emoção outra pela razão, e sinceramente gostaria de achar um meio termo e agradar o possível aos dois.
Antônio Holfeldt não gostou de LA HERANZA, mas gostou de ENTRE TAPAS & BEIJOS, o púlbico ama LA HERANZA e esfriou com o ENTRE TAPAS & BEIJOS (Pelo fato do mesmo ser um espetáculo mudo, creio eu!). Já estudei as colunas do Holfeldt que falava das minhas peças para ver o que ali havia de comentário pessoal e de profissional e tirei minhas conclusões.
Isabel Bonorino (Site Artistas Gaúchos), falou sobre WOODY E AS MULHERES NEURÓTICAS, em 2007 na segunda apresentação e fiquei feliz em ter agradado uma profissional e fã de Woody Allen.
Renato Mendoça sempre abriu espaço para mim junto aos “grandes” do Teatro Gaúcho e Nacional, tendo feito uma vez, um pequeno material sobre minha arte espírita, nunca criticou minha arte, mas deu espaço para que o público tivesse acesso a ele e fossem os meus críticos.
Existem ainda os que escrevem em blogs, sites, e muitos outros que eu nem tenho idéia. Eu aprendi na vida que todas as pessoas são respeitáveis, que merecem exercer o seu direito de opinião, que devemos ser educados, mas não necessariamente tenho que deixar todos entrarem na minha casa e dar risada tomando cafezinho.
Quem gosta de críticas? Mesmo quando ela é dita com carinho ao pé do ouvido? Dá aquela dorzinha não dá? Mas eu ajo sempre assim, não peço que ela seja construtiva, pois acho que a função do crítico não é ser um assistente de direção ou um assistente social. Ele relata o que vê e pronto, caput! Pode ser um cavalheiro, pode ser polêmico... Bem! Essa é a função deles e eu sei qual é a minha:
Continuar tentando contar minhas histórias e agradar ao máximo possível as pessoas e se possível, como um plus, os Senhores críticos: Sejam eles do jornal, de blogs, e da classe teatral.

Nenhum comentário:

Postar um comentário