quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

COMANDO PARA MATAR


Essa semana, de madrugada, passou o filme COMANDO PARA MATAR, clássico dos clássicos dos anos oitenta que eu assisti dezenas de vezes quando gurizote e adorava!
Vinte anos depois, me coloquei na frente da televisão, mais saudosista que vedete lendo uma revista MANCHETE dos anos áureos do teatro.
Todos os meninos queriam ser Bruce Lee, Stallone, Schwarzeneger, Chuck Norris e por último Van Damme.
Rí como nunca! Estava lá um moço Schwarzenegger e suas frases de efeito que faziam a gente imitar e vibrar, levantando toras enormes de madeira, arrancando cabines de telefone e estourando correntes, bancos de carro e cadeados com as mãos.
Batendo em policiais, pulando de avião, roubando lojas de armas, tudo plenamente justificado: Sua filhinha foi sequestrada por um Freddye Mercury bombado, o vilão!
Ao invés de matar o ditador para salvar a primogênita, ele vai atrás dos vilões ajudado por uma frágil mocinha.
Mas o melhor fica pro final: Ele sozinho DIZIMA centenas de soldados, alguns deles morrem mais que uma vez! (em close e depois em um plano geral onde a câmera precisa mostrar mais gente morrendo).
Um balé de corpos se tremendo com tiros de metralhadoras, perecendo sob golpes de faca, foice, explodindo em saltos mortais, escalpes (Cena fantásticamente ironizada no filme TOP GANG 2, quando um placar dizia: Mais mortes que COMANDO PARA MATAR).
Ele saindo com a filha no colo, vitorioso, centenas de mortos na ilha e o exército todo chegando, esse era dos bons!
O filme terminou e eu estava com a alma lavada, me diverti muito, dessa vez de uma outra forma!
Viva Schwarzennegger! Hum...Quando que passará Stallone o Cobra? kkk!

Ps. Stallone tentou reviver esse tipo de filme em MERCENÁRIOS, que eu dei minha opinião em um post anterior!

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