quarta-feira, 27 de abril de 2011

ETA CÃOFUSÃO BOA!



“É uma baita cãofusão! (ninguém me disse, eu vi!), É uma baita cãofusão! (ninguém me disse, eu vi!), É uma baita cãofusão! (ninguém me disse, eu vi!),

Antes da “bola” ser passada aos atores, essa musica gostosa já visitava meus ouvidos, preparava meu espírito e de todo o público presente para o que veríamos ao abrir das cortinas. (Simone, Álvaro e Marcelo, "picando a bolinha" com a canção).
Cortina aberta: “bola” lançada! Para alegria dos cãofusos (atores), da criançada, dos adultos e dos teatreiros!
O que vi dali em diante? As competentes individualidades fundindo-se em único ser: Um cachorro enorme que ocupou todo o espaço, de alta performance, atlético, arteiro, carinhoso, companheiro, correndo, enfrentando seus obstáculos e atingindo todos os objetivos almejados plenamente!
Um Hércules Canino que se ergueu no escaldante sol do verão gaúcho e enfrentou seu desafio, marcando e conquistando o seu território (o palco).
Para mim, não há como falar de a Cãofusão sem falar no todo. Se em alguns momentos os cães voam, é porque alguém lhes deu a base, Se a letra soa bem, é que alguém lhe deu a melodia. Se eles dançam, cantam, rolam é porque alguém lhes deu a direção. Se ele brilham, é porque alguém lhes deu a luz, se eles dançam no palco, é por que alguém lhes deu a criação e preparação.
Associar a apenas 10% do total dos envolvidos no projeto, o sucesso de a cãofusão é como falar apenas do técnico, do meio campista habilidoso e do centroavante goleador. Mas e o goleiro? Os zagueiros? Os laterais? Os volantes? Não aparecem tanto, as vezes nem tem a função de aparecer, mas toda a hora que chega o momento deles, sabem e muito bem mostrar a que vieram, e o motivo pelo qual foram convocados.
E assim o time vence, as energias de todas as pessoas do projeto movimentam esse cachorrão em cena: São seus músculos, sua energia, seu coração, seu espírito, sua direção. E no final, com uma corrida, ele nos derruba e nos dá uma lambida "daquelas", deixando público "rolando" de felicidade.
No final, a platéia joga diversos deliciosos biscoitos caninos em forma de aplausos, reconhecendo esse talentoso e dedicado heroi canino de pé!
Junto de Òpera Monstra, a Cãofusão é a peça infantil mais linda, mais bem feita que vi nesses últimos anos! Juntou corpo, alma e coração!
Imagino Marcelo Adams (O autor) vendo o seu herói, bem “treinado” e cuidado por Lucia Bendati e equipe. E me uno a ele no seu orgulho:

“É uma BAITA Cãofusão, “TODO MUNDO ME DISSE”, e “FELIZMENTE” eu vi!”

Em MAIO eles retornam no teatro Bruno Kiefer!

Ps. Novas datas, ficha técnica e maiores informações no blog: acaofusao.blogspot.com

2 comentários:

  1. Pretto, que bom ler tuas palavras!
    Abraço!

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  2. Querido, delícia de texto!
    Obrigada pelo carinho e reconhecimento do trabalho conjunto!
    beijão e latidos!

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