terça-feira, 17 de julho de 2012

V EMUSE - Em Torres


"SOU UM OFERECIDO! UM INTROMETIDO MESMO!"
Foi o que eu pensei segundos depois de enviar e-mail para Gilnei Teixeira, um dos coordenadores desse encontro anual de arte espírita na Cidade de Torres -RS.
Fiquei sabendo do evento por intermédio do blog do DIJ-FERGS e senti na mesma hora uma vontade imensa de estar presente, ainda mais que no dia anterior eu estaria em Capão da Canoa apresentando a peça Caminhos que cruzei.
Para a minha alegria, tive o retorno do citado amigo e fui hospedado pelos queridos Fernando e Ivone.
No dia (Um belo e gelado domingo de inverno), o que vi foi um evento extremamente descontraído, informal, aberto a improvisação, mesmo estando já com sua programação estabelecida e organizada.
Participaram jovens, evangelizadores e trabalhadores de Osório, Tramandaí, Capão da Canoa, Sto Antônio da Patrulha e da Cidade Anfitriã, que na Sociedade Bezerra de Menezes serviu um carinhoso e bem feito almoço para os participantes.
No palco nos momentos das apresentações e fora dele, tudo o que eu sentia ali era que eu estava em uma enorme família, unidos por um ideal, unidos por uma força do bem, onde o coração cantou mais alto sempre.
Músicas do movimento espírita (Algumas conhecia), outras de conjuntos e intérpretes conhecidos nacionalmente, cujas músicas tratavam de temas como a vida, boas vibrações como: Renato Russo, Marcelo Jeneci, entre outros, até teve tempo para uma versão da divertida "Para Nooossa Alegria", com direito a riffs de guitarra (a gurizada adora!).
Espaço também para belas composições próprias, como do Sr. Fernando e do pessoal de Santo Antônio da Patrulha.
Foi um belo exemplo de união, todos pegando junto, todos se ajudando, na hora de plugar os instrumentos, afastar, colaborar com o colega que estava se apresentando, além do bom chimarrão e guloseimas que circulavam por lá, alimentando e aquecendo também nosso corpo físico.
Houve uma esquete de teatro, que os jovens de lá ficaram nervosos por causa da minha presença, e eu disse pra eles que aconteceu o mesmo comigo quando alguns deles foram me assistir no dia anterior, ou seja, estávamos empatados.
Todos se entregaram de coração a esquete e isso que é o essencial! Técnica a gente vai desenvolvendo aos poucos com ensaios, pesquisa, estudos. Ter coração, ter a vibração e a coragem necessária para desenvolver a arte espírita é o maior combustível, e nisso posso afirmar pelo que vi, os "tanques" estão cheios. 
Foi um domingo que eu ganhei muito, saí de lá abastecido de arte espírita e do carinho dos que me receberam, desse amigos que encontrei, nos caminhos que cruzei.
Um grande abraço em todos!
Haribol!!

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