quinta-feira, 31 de março de 2011

Rádio Balonê


Para os saudosistas dos anos 80 como eu, uma dica: A rádio Balonê!
http://www.balone.com.br/radio_popup.php
Só falta as musiquinhas trash (Pois também fazem parte e são bem vindas, ao menos para dar boas risadas!)

terça-feira, 29 de março de 2011

Cia Artiurbana - Repertório 7


2007- O JOGO DO AMOR - Zé Rodrigues havia conseguido um espaço no Bourbon Shopping de São Leopoldo, uma sala pequena, porém bem aconchegante. Nele fez uma programação para suas peças infantis. Em uma dessas visitas ao amigo teatreiro, vi que não havia programação noturna para o teatro e lamentei. No retorno a Porto Alegre fiquei pensando o tempo todo que espetáculo meu levar para lá, a fim de preencher aquela lacuna na programação.
Lembrei-me de uns exercícios que sempre gostei de fazer: Stand Up, Teatro interativo e de improviso (Linguagens que atingiram o auge de popularidade em 2008/2010).
Apenas dois atores em cena (um casal) e eles fariam tudo, desde a bilheteria, a operação da luz e do som. O público seria recebido como se fosse na casa dos personagens e lá eles começariam o jogo...O JOGO DO AMOR.
Esquetes, poesias, improvisos, stand up, interatividade, sem divisão entre atores-público em um exercício cênico que agradou muito, para a nossa felicidade.
Arriscamos, sentimos muito frio na barriga, enfrentar uma linguagem, algo que não havíamos feito ainda aberto ao público, ainda mais se tratando de público de outra Cidade e de um Shopping com a marca forte do BOURBON SHOPPING.
Não podíamos perder essa e...Não perdemos.
Ao meu lado, nessa curta temporada tive a queria Gabriela D'Andrea que comprou minha idéia e me ajudou muito.
Nunca a coloquei em cartaz novamente, pois ela foi criada exclusivamente para um lugar, uma situação. E depois veio aquela enxurrada de programas de tv, shows, tratando do mesmo exercício e resolvi dar um tempo na minha vontade de vê-la de novo em ação.

JOGO DO AMOR - Atuação/Roteiro/Técnica: Gabriela D'Andrea e Luis Carlos Pretto -Dir. Pretto

segunda-feira, 28 de março de 2011

Chaves e Chapolin


Nos anos 80, lembro estar na sétima série, estudava pela manhã e corria para assistir o Chaves que passava no sbt em torno de 12.30, 13.hs.
Um dia era o Chaves, noutro o Chapolin.
Passados mais de vinte anos, esses personagens, essas histórias continuam vivas, fazendo novas gerações de fãs! Impressionante!
Minha filha de 17 anos é fã e agora, meus dois meninos de 6 e 10 estão nesse fascínio pelos personagens, pelo seriado.
Agora com a ferramenta da internet a disposição, os "monstrinhos" mesmo baixam episódios, e assistem vários, coisa que eu tinha que esperar o dia seguinte, e seguinte, e seguinte.
Luigi hoje quis me mostrar o episódio Chapolin em acapulco, assisti essa sessão nostálgica com ele.
Ainda gosto, me soa simpático o simples, as vezes tosco programa. Que longevidade para algo tão simples, nem tanto pensado e elaborado como os eternos personagens da Disney, da Marvel, da DC.
Mas passa ano, entra ano e a musiquinha aquela ainda se ouve (e pelo jeito ainda se ouvirá durante muito tempo).
Lá vem o Chaves, chaves, chaves....
Ps. Sábado um aluno meu veio para a oficina com uma camisa do seu Madruga...impressionante mesmo!

Valeu Hélio!


Muita gente me ajudou nessa trajetória profissional, em todas as áreas pessoais e profissionais sou grato a muita gente.
Na área de Jornalismo nunca vou esquecer de: Renato Mendonça, Ari Lopes, Vera Pinto e é claro, Hélio Barcellos Jr .
A vida nos dá esses sustos e supresas que não gostaríamos de ter, e Hélio hoje nos deixou.
Nunca vou esquecer sua simpatia, gentileza, cordialidade e imparcialidade . Desde o tempo de iniciantes, até os dias de hoje , tinhamos o mesmo espaço das grandes produções , todas as peças que estreamos mereceu uma matéria , onde não era apenas uma divulgação e sim uma oportunidade também de deixarmos mais claro ao público as propostas e peculiaridades de cada montagem .
O Jornal do comércio , os jornalistas, os artistas, os amigos e familiares estão em luto hoje. Eu como não compartilho desse sentimento , prefiro saudar a sua presença em nossas vidas , a tarefa que lhe foi cabida, certamente foi realizada . Cedo demais ? Concordo!
A última vez que lhe vi ( Na entrada da peça MONSTRAS S.A), tive a oportunidade de dizer-lhe isso: Meu respeito e carinho pela sua pessoa e trabalho.

PS: Hélio Barcellos Jr.! Grande abraço e obrigado por tudo! Nós sabemos o motivo! Se algumas pessoas que lamentam hoje tua passagem , seguissem alguns exemplos e atitudes tuas, teria menos divisão e mais harmonia e respeito com o trabalho dos colegas!

domingo, 27 de março de 2011

Cia Artiurbana - Repertório 7



2007- WOODY E AS MULHERES NEURÓTICAS- O início da "expedição" ao mundo de Woody Allen começou na primavera do ano anterior, quando fizemos a leitura dramática da peça SONHOS DE UM SEDUTOR no CAFÉ DO TEATRO HEBRAICA . Era a primeira vez que eu levava oficialmente esse exercício (que gosto muito) para a minha Cia de Teatro .
Sempre fui fã de leitura dramática, batia ponto direto no Studio Stravaganza e depois de ter participado com o grupo de Pedro Delgado no POA em Cena por intermédio do Sesc, resolvemos iniciar esse hábito .
No final da leitura , ficou aquele gostinho de quero mais e aquele olhar maldoso entre os atores e resolvemos pela primeira vez trabalhar no universo de outro autor...E que autor!
Com essa peça como guia, fizemos uma pesquisa da obra de Woody em todas as mídias possíveis , trouxemos personagens e referências de outras histórias, regionalizamos as citações dele sobre a Big Apple , adicionando nesse caldeirão "neurótico" (em uma simbiose louca)personagens e textos meus .
O resultado final foi um , WOODY segundo Artiurbana , livremente inspirado na obra dele , que estreamos no PVA 2007 e até hj continua em cartaz , sempre com uma boa resposta do público.
Elenco da Estréia : Ita Ramires (Cibele Tubino),Rafael Régoli,Pretto e Melissa
MOnteiro . Op Luz Vilmar Silva.
Elenco atual : Edye, Lesiane Morahto,Pretto e Melissa Monteiro
Criação e Op.Luz: Leandro Gass

PS: O livro citado me foi presenteado pelo meu Mano, o Escritor, Produtor e Diretor de Cinema Paulo Bayard

terça-feira, 22 de março de 2011

Cia Artiurbana - Repertório 6


2006- ENTRE TAPAS & BEIJOS- Sempre amei Chaplin, desenhos da Pantera-Cor-de-Rosa, filmes do Inspetor Closeau, entre outros, onde a ação física, sem a necessidade da palavra trazia o humor, o entendimento e entretenimento a todos.
Também foram referências: Vida Muda, de Néstor Monastério e os espetáculos do co-criador da Cia Stravaganza, junto com Adriane Mottola, Luiz Henrique Palese que tive o imenso prazer de conhecer.
Foram apenas 03 meses de convivência em seu Curso de Clown, Comédia del Arte e Bufão, e apesar de ter gostado de ter transitado por essas linguagens, foi a do clown a minha "menina dos olhos".
Idealizei essa peça durante o curso dele e somente 3 anos depois, ela ganhou cores, vida e os palcos.
Cheguei a comentar com Palese sobre ela, antes da apresentação de MENAGE ATROZ, seu último espetáculo, ele até se dispôs a me ajudar, infelizmente não o pôde fazer, mas a sua energia, sua sementinha esteve e está o tempo todo nesse espetáculo.
Uma das peças que mais me orgulho de ter feito, nunca esqueço os aplausos em cena aberta para meus clownzinhos: Álvaro Dimare, Lesiane Morahto e Fernando Rodrigues.
Tomei conhecimento prático do clown com um mestre, e a peça em si foi um grande aprendizado, para nós e para o público não acostumado e até de certa forma arredio com a possibilidade de ver uma peça onde em 50 minutos, não haveria uma ÚNICA palavra!
Valeu cada segundo empregado, cada suor, cada minuto ao lado de um dos maiores artistas do Brasil! Palese, essa é tua! Espero que tenhamos feito vc sorrir, e não fazê-lo dizer "Meu querido, vc não está agradando, peça desculpas...." kkkkk!

PS. Em uma ocasião, uma recepcionista de um hotel onde estava hospedado um Empresário Indiano, o conduziu até o teatro do IPE onde estávamos, ele havia solicitado que ela escolhesse uma peça para ele assistir. Deu muitas gargalhadas e nos cumprimentou no final, junto com sua intérprete

segunda-feira, 21 de março de 2011

CALE-SE - As músicas censuradas pela ditadura militar


Se nos anos 70 existissem: Celular com câmera, webcam,Câmera Digital e Youtube, podem ter certeza que estaria na rede um menino de 6 anos cantando CALE-SE de Chico e Milton. Como isso não existia, as lembranças desse menino estão nos relatos de mãe, tias e primos mais velhos (Contando com fragmentos da lembrança desse mesmo menino).
Pois essa canção, que também serve de título para esse espetáculo da CIA GATO & SAPATO é a que abre o desfile de músicas que a Ditadura Militar censurou, mas por perícia, coragem e persistência dos autores e demais colaboradores, elas chegaram aos nossos ouvidos.
Finalmente consegui assistir, e de cara me surpreendeu positivamente os intérpretes irem no "gogó"! (ou seja, sem microfone, concorrendo com os instrumentos, livres, leves e soltos!).
Um trio competente de músicos, um trio de intérpretes dando conta do recado, cantando, informando, atuando.
Um espetáculo muito inspirado, muito bem-vindo, e que o guri dos anos setenta relembrou muita coisa, e ouviu umas desconhecidas também.
Que esse espetáculo não CALE-SE mediante as dificuldades que sempre rondam o artista nessa Cidade, felizmente censores não existem mais, mas alguns se disfarçam em outros nomes e cargos para podar nossa criatividade, iniciativa e arte.
Vou ficar muito atento a agenda deste, pois vou OBRIGAR (isso mesmo!) muita gente: Meus alunos, atores, familiares, amigos a assistí-lo, é uma aula de história da música e do País!

Sinopse: Espetáculo musical que apresenta músicas brasileiras que foram proibidas de serem veiculadas parcial ou integralmente pelo Departamento de Censura Federal na época do governo militar no Brasil. Músicas de diversos compositores brasileiros serão executadas por músicos de qualidade, resgatando a memória da suspensão à liberdade artística dos anos de chumbo.


Ficha Técnica:
Intérpretes: Cláudia Barbot, Douglas Carvalho e Lílian Roisenberg.
Direção Musical: Julian Eilert e Caoan Goulart
Direção Cênica: Leandro Ribeiro
Iluminação: Wagner Duarte
Produção e Realização: Cia de Teatro Gato&Sapato

ADOLESCER - GURIZADA FODA!


Sei que a palavra FODA ainda incomoda, é um palavrão, para os antigos e ainda para mim que não sou tããão antigo assim. Se eu falasse isso em casa, uff! Era repreensão na certa.
Mas sinceramente, depois de assistir ADOLESCER da colega Vanja Ca Michel junto com meu filho pré-adolescente Andrey, não consegui outra palavra para definir o que senti após assistir a competente performance desse elenco jovem.
Assim como os computadores, celulares,internet, tudo está mudando muito rápido então é necessária uma atualização no texto sempre, e nota-se que eles estão ligados!
Uma peça ligada nos 220W, todos atores elétricos em cena, esbanjando energia, e sabendo condensá-la nos momentos certos, tudo que a gurizada quer ver estava lá: Música, dança, luzes,referências ao seu dia a dia, altamente recomendável!
E...Uma cerejinha no bolo é claro, João Carlos Castanha, participando da "balada" com seu humor peculiar, desafiando a gurizada e sendo desafiado em cena, como na improvisação que ele fala para a menina "Te atrasou Japinha, foi o Tsunami?" Ou seja, Castanha...Ele mesmo!
Além do público, estava lá Caio Prates que se divertiu também e algumas pessoas que certamente já assistiram a peça nessa temporada (amigos ou da produção) que riam das improvisações ou dos "acidentes cênicos" e assim pude idenficar quando coisas "não programadas" aconteciam.
Adolescer está a 9 anos em cartaz, também trabalho com jovens e fico imaginando o que deve sentir a Vanja nessa passagem de tempo, hj alguns atores seus já homens e mulheres formados, teatrando ou não, e agora no palco toda uma nova geração.
E essa geração de atores, o elenco atual de ADOLESCER É FODA!!!

domingo, 20 de março de 2011

19/03/2011 foi dada a largada! 18 Anos do Grupo Perseverança!



Pois é, essa tarde de sábado foi de grande emoção, felicidade e surpresa.
Simplesmente haviam 30 alunos inscritos na oficina teatral que ministro, e que todo o ano é dividida em 3 trimestres. A turma 2011/1 já está mais que completa.
Novas carinhas, retorno de antigos, permanência de outros da oficina anterior.
Esse ano comemoramos os 18 anos de atividade, faremos: Leitura dramática, Uma mostra de repertório, espetáculos novos e palestras com convidados, entre outras coisas. Grupo Teatral Perseverança, nave mãe das minhas duas Cias de Teatro Profissionais, locais de tantos encontros, namoros, casamentos, amizades, momentos inesquecíveis, e também foi para aqueles que buscaram a arte dramática como profissão, o seu incentivo.
Precisaria de muitos posts para falar de tudo, mas agora me reservo apenas a agradecer ao Pai Maior por esse trabalho, essa realização, sabendo que com uma turma tão grande, vou ter muito trabalho e a responsabilidade sempre aumentada!
As inscrições para as oficinas de teatro e dramaturgia espírita do primeiro semestre já estão encerradas, vagas preenchidas. Em junho, serão abertas inscrições para a turma 2011/2.
Para finalizar...o bonequinho feliz que aprendi a fazer com os jovens no msn \0/

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cia Artiurbana- Repertório 5


2005- A PRINCESA CAROLINA - Uma comédia Infantil: Eu já trabalhava com teatro infantil há 12 anos, antes de montar o primeiro em nivel profissional e com temporada fixa. Optei por esse texto que já havia saído do papel no Grupo Perseverança. Nele, resolvi fazer uma comédia mesmo, brincando com todos os clichês dos contos de fada, histórias infantis e é claro, do teatro infantil. Com um estilo "infantilizado" do besteirol da peça adulta La Heranza.
Por exemplo: No meio da peça o Rei dizia: "Hei! Estamos em uma peça infantil, toda a peça infantil, tem que ter uma musiquinha", aí entrava o coral real e cantava:
"Toda peça infantil, tem uma musiquinhaaaa
Toda peça Infantil, tem uma musiquinhaaaa
lalalalalá!lalalalalá!
Uma musiquinha nós vamos cantar".
Era um verdadeiro deboche, sátiras, o tempo inteiro, inclusive com alguns pedagogos que podem entender tudo de criança, mas seus textos no palco são um saco!
A inspiração para o clima e linguagem do espetáculo foram os desenhos antigos do Pernalonga e Gaguinho e das animações que ganhavam cada vez mais admiração e público por suas temáticas mais adultas e cheias de citações e paródias.
Foi o espetáculo financeiramente mais fraco que tive, não era clássico infantil, nem de autor conhecido, tampouco made in Disney, ainda...Pegamos o mês de novembro, quente, ensolarado, enfrentando a Feira do Livro, Bienal e nossos poucos recursos para uma divulgação maior e melhor.
Newton Silva, colega das artes cênicas e apresentador da TVE divertiu-se e classificou a peça como: " A Bagasexta Infantil" Comparando-a com o divertidíssimo evento que era produzido pelo Depósito de Teatro de Roberto Oliviera.
Outros jurados do Tibicuera não entenderam a proposta, ou não gostaram, inclusive uma deles a Sra....Saiu do teatro como se tivesse sido ofendida, nem olhando para os atores (Mas educação e cordialidade não se ensina na faculdade, não é mesmo?).
Reconheço que foi uma produção fraca, poderia ter sido muito, muito melhor. Fui irresponsável e ou imaturo em muitas coisas. Felizmente eu tinha um bom elenco, um texto legal e uma proposta diferente que assegurou o resultado final regular.
Depois disso não voltei mais ao teatro comercial com ela, continuei apenas o circuito "alternativo" mais rentável e menos desgastante.
Desde 2008 tenho o texto revisado e toda a produção já apontada com as devidas melhorias...Quem sabe?

Elenco: Alvaro Dimare, Claudia Bósio, Everton Rodrigues, Fernando Rodrigues, Glauco Quadros, Gabriela D'Andrea, Luis Carlos Pretto, Marcos Stumpf e Carolina Caon.
Criação e Op. Luz: Vilmar Silva
Texto e Direção: Luis Carlos Pretto

Sessão da Classe...Valeu!



Volto a elogiar a SMC (Secretária Municipal da Cultura) Pelas iniciativas interessantes desse primeiro "mês útil" do ano.
Sessão da Classe foi algo inédito que espero que se repita, não que vá solucionar alguma coisa, mas pôr as mentes de quem faz teatro em Porto Alegre debater, falar o que sentem, suas experiências com o fracasso e o sucesso (E outros bons assuntos que nem estavam na pauta)foi muito válido.
Não lembro de ter visto em outro evento, praticamente todos os encenadores no mesmo espaço, tinha gente assistindo que muito bem poderiam estar no palco, para acomodar todo esse pessoal, precisariam de 4 dias no mínimo.
Gostei muito de ter ouvido Alexandre Vargas, o único alí que eu não tinha muito contato (ao menos fora de cena).
Renato Mendonça (Curador e mediador dos encontros) foi um dos primeiros jornalistas a dar um destaque para as minhas peças espíritas, a não ter preconceito ou pré-conceito e ir além do básico "tijolinho" na programação do Jornal. Junto com Ari Lopes (Clube ZH), Hélio Barcellos (JC) e Vera Pinto (CPOVO).
Sem ter medo de errar eu posso dizer que sou um dos Diretores de Teatro de Poa que mais assiste peças dos colegas, que acompanha por blogs, jornais e que sabe o que se passa nas cias deles.
E pra mim, vê-los ali juntos, foi muito, muito bom. Como sou bicho-do-mato como falei anteriormente, alguns troco idéias mais pela internet, outros conheço por ter trabalhado juntos, ou participado de eventos onde fomos apresentados.
Mas para mim o presente foi ter adquirido GRATUITAMENTE 3 exemplares do livro MÉMÓRIA EM CENA - Registro das peças em cartaz na Cidade dos anos 80 e 90, resgatados por Lourdes Eloy e dezenas de preciosos colaboradores.
Devorei todos com uma "fome" incrível e até perguntei quando vamos ter os anuários de 2005 pra cá, mas ainda não sabemos.
E feliz que nos anuários de 2000 a 2004 eu estou lá, registrado, faço parte da história teatral de Porto Alegre! Iéeee!!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cia Artiurbana- Repertório 4


2005- LA HERANZA - UMA COMÉDIA DE CHORAR! Depois de ter encontrado meu cantinho no mapa das realizações teatrais da Capital com minhas bem sucedidas peças espíritas, dei meu primeiro passo fora do universo, da proteção e da tranquilidade que me trazia os espetáculos até então montados.
Sempre fui fã de Monty Python e do trio de cineastas americanos ZAZ (Apertem os cintos o piloto sumiu, corra que a polícia vem aí, top secret)e queria muito fazer uma comédia, uma anarquia, um besteirol para me livrar de todos os estigmas e rótulos que eu tinha.
Comecei aos poucos, o texto era só um pretexto para uma série de gags, sátiras, paródias e personagens bizarros, sete irmãos se reunindo para ler um testamento. Juntei alguns atores do Artiurbana com alunos do Perseverança e fazíamos oficinas no Bairro IPE (que sufoco foi!) e em retribuição ao espaço cedido fizemos a estréia lá, gratuita. Ah! O texto inspirador era de um livro da Olga Reverbel para alunos na sala de aula.
Ficamos muito felizes com o resultado, mas resolvemos ainda fazer mais um teste: Apresentar por um mês, cobrando o ingresso no valor de R$ 1,99 nas sextas-feiras no teatro do IPE. Sucesso de público e a gente surpreso e gostando.
Mais tarde, melhor preparados voltamos e a peça cresceu, e teve uma boa média de público e em algumas vezes alcançando minhas peças espíritas em popularidade e público.
Era um besteirol, um exercício, uma forma de eu exorcizar algumas coisas e responder as críticas dos "intelectuais" que eu já vinha recebendo (Eu interpretava um mendigo ex-professor de teatro clássico que pedia esmola na entrada do teatro e falava mal da peça que estava em cartaz, e depois que o público entrava para assistir eu entrava junto e das cadeiras ficava criticando os atores em cena).
Em 2008 foi o ano mais especial da peça, segundo informações que eu tive de uma pessoa com grande conhecimento e influência no meio teatral foi a peça com a melhor média de público daquele ano. (Dinheiro pra produção em mídia, rende!)
Hoje, depois de dois anos sem colocá-la em cartaz novamente, ouço seguido: "Quando vais montar LA HERANZA de novo?" Eu respondo: Sei lá!
ELENCO:
1) Temporada: Alvaro Dimare, Alessandra Danielli, Anelise Caldini, Bruna Ruiz, Fernando Rodrigues, Gabriela Dandrea, Gisele Faerman, Malu Maggi e Volnei Cardoso.
2) Temporada: Alvaro Dimare, Angelita Lobo, Clélia Goulart, Lesiane Morahto, Gisele Faerman, Fernando Rodrigues, Gabriela Dandrea, Melissa Monteiro e Volnei Cardoso.
E no decorrer da história dessa "zona" nomes como: Vanessa Cassali, Juliana Pretto, Rudá Roveda, Rafael, Lorena, Fábio entre outros convidados da "hora".
Ah..Sem esquecer dos técnicos patifes Vilmar e Elis.

PS. Foto de Vilmar Carvalho, que ficou com uma imagem gravada na mente em uma das apresentações e sempre que me encontra, faz questão de citá-la! Quer saber o que ele viu? Pergunta pra ele!kkkkkk! Grande Vilmar! Abraço!

terça-feira, 15 de março de 2011

Cia Artiurbana - Repertório 3


2003 - ENTREVISTA COM ESPÍRITOS - Após 3 anos de sucesso (palavra muito em debate essa semana)da peça CAMINHOS Q CRUZEI, AMIGOS Q ENCONTREI, tendo inclusive ficado 8 MESES SEGUIDOS em cartaz, de quinta a domingo no ano de 2001, eu cansei.
Durante toda essa correria com o Caminhos, eu esboçava um segundo espetáculo, ainda na linha espírita (que foi a forma que escolhi para me diferenciar), mas de jeito nenhum queria um CAMINHOS Q CRUZEI II (Apesar de tê-lo escrito), queria explorar um pouco mais esse universo, mas apresentá-lo e tratá-lo de uma forma totalmente diferente do primeiro.
A certeza que eu tinha: Queria menos atores, no máximo 3, e novamente minha inspiração veio da mesa mediúnica, do mesmo trabalho no qual recebemos as mensagens que resultaram na peça anterior.
As pequenas histórias que os espíritos desencarnados contavam, respondendo as perguntas do dirigente da mesa me fascinaram, para não prejudicar o trabalhador e o artista eu resolvi me afastar um tempo e elaborar o projeto que já tinha nome ENTREVISTA COM ESPÍRITOS.
Um consultório, Um psiquiatra, Um paciente (Médium em desiquilibrio)que seria o portal para as histórias do mundo espiritual.
Na mesma época fui bombardeado por dois filmes: Sexto Sentido e Os outros, com seus finais surpreendentes, me desafiei: Queria um final assim para a peça também! Algo que surpreendesse a todos. Depois de exercitar muito, muito a mente, escrever, reescrever, encontrei o que eu queria.
Tive a preciosa colaboração de Paulo Bocca, ator e produtor da primeira montagem comigo nos diálogos e assim fomos!
Na estréia ao invés dos aplausos calorosos da peça POP Caminhos, o silêncio, assim terminava e termina a peça até hoje, uma reviravolta na trama, que surtiu o efeito que eu queria de surpreender e de ver pessoas chocadas (assustadas).
Entrevista é sombrio, angustiante, revelador. Caminhos é pop, evangelizador, edificante.
Estreamos no teatro Nilton Filho no inverno de 2003
Elenco 2003 a 2005 - Carolina Oliveira/Fernanda Petit, Luis Carlos Pretto e Paulo Bocca
Elenco 2006 a 2011 - Alvaro Dimare, Fernando Rodrigues, Luis Carlos Pretto e Melissa Monteiro

14 de março...3.9!



Nunca me imaginei com 39 anos, completados nesse dia 14/03, também nunca me imaginei com 30, com 20, tampouco me imagino com os entas: Quarentas, cinquentas, sessentas (vou chegar lá?).
Essa passagem de tempo pra mim é estranha, quase não sinto, e como não tenho muito o hábito de me olhar no espelho, me namorar, percebo menos ainda.
Esse ano dia 14 caiu em uma segunda, e ao contrário do ano passado, não me animei muito com a idéia de celebrá-lo (Dia antes ou depois), tive uma segunda tranquila.
Meio-Dia almoço com os filhotes e mami Pretto
À tarde, após resolvidos alguns problemas de gente grande, para matar o tempo fui ao cinema e sem esperar muita coisa, e nem muito interessado no filme, me surpreendi com o bom BRUNA SURFISTINHA, com a Debora Secco voltando a ser mais atriz e menos celebridade gostosona.
Á noite fui no teatro RENASCENÇA, prestigiar a SESSÃO DA CLASSE, onde vários Diretores, Produtores e artistas da nossa Capital debatiam sobre O QUE É SUCESSO? E achei muito interessante e válido ficar duas horas ali.
Mais tarde, com três dos melhores amigos que uma pessoa pode ter, um jantarzinho básico no BAR DO BETO! (E acreditem, correndo de lá para estar no meu emprego de gente normal no horário!)

PS - Grato a todos pelos torpedos, ligações e recados nas redes sociais
PS 2 - Grato aos amigos que cantaram parabéns pra mim na calçada da Clínica...Eita! Depois eu que sou o artista! kkkk!
PS 3- Hoje (15/03) no Teatro Renascença tem mais SESSÃO DA CLASSE, as 20hs, estarei lá! Recomendo!!!

domingo, 13 de março de 2011

Os "Ésses" de Mário Quintana


Em meio ao Porto Verão dei uma passadinha no teatro do Sesc para dar uma conferida no espetáculo MÁRIO QUINTANA - O POETA DAS COISAS SIMPLES. E uma das coisas que me chamaram atenção além do profissionalismo ali já apresentado de "cara", na proposta, na luz (operada pelo "nosso" Leandro Gass), cenografia, figurinos, foi o sotaque dos atores. Elenco Carioca, então os "ÉSSES" ou os "XIS" estavam todos presentes, precisei de um tempo para me acostumar e não prestar tanta atenção quando eles surgiam nos poemas e nas citações de Mário. O Pessoal do centro do País também não perdoa nosso gaúchês e nossas silabas tônicas. Lembro que no palco Giratório do SESC (Que eu aprecio mais que o POA EM CENA), já presenciei um desfile de sotaques do RN, BH, CE (Nada contra, muito pelo contrário, mas a gente estranha mesmo de início).
O espetáculo dirigido por Rubens Lima Jr é honesto, demonstra que houve de fato um interesse e pesquisa sobre o "nosso" Mário. Uma homenagem legal, vindo fora da terrinha.
O elenco é repleto de atores experientes, globais, que acostumamos a ver e a "ouvir" na nossa telinha. (Não coloco o nome deles aqui, pq havia um rodizio na temporada do Sul)
Achei legal, profissional, os atores a vontade, parecendo que estavam em uma mesa de bar,mas, sem querer ser bairrista, já sendo, prefiro: Um quarto de Quintana em um quarto - De Pedro Delgado; Sobre Anjos e Grilos da Débora e Tem Quintana na casa - de Bob Bahlis
Agora faço apenas uma ressalva: Os atores no final parecendo preocupados tentando justificar o "pouco" público presente, em torno de umas 50 pessoas, pô gente experiente! Temos que exaltar e valorizar quem está! Os outros, ou que se lixem, ou vamos correr mais atrás da bola pra trazê-los!
Ah! E que a empresa VIA FÁCIL a patrocinadora (louvável iniciativa) que está entrando no mercado Gaúcho e que no programa diz que é uma forma de homenagear o Estado que a está recebendo, abra suas portas para o teatro e os Grupos Gaúchos também! Seria muito bom recebermos essa homenagem!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cia Artiurbana-Repertório 2


2000- CAMINHOS Q CRUZEI, AMIGOS Q ENCONTREI- Era uma segunda-feira á noite, estava em uma mesa mediúnica como fazia semanalmente em meu trabalho no Instituto Espírita Dias da Cruz em POA RS. Na saída, a médium Elis Dutra me mostrou um desenho que havia feito durante o trabalho e uma psicografia. O Desenho era algo meio abstrato que tinha um título: CAMINHOS QUE CRUZEI, AMIGOS QUE ENCONTREI. A psicografia foi ditada pelo espírito chamado FELIPE SOUZA que em uma ou duas páginas fez um pequeno, mas emocionante, relato de sua curta passagem na terra e o que descobriu no "outro lado da vida". No ônibus a caminho de casa, eu cheguei a conclusão que ali estava a história da peça que marcaria a estréia da CIA ARTIURBANA no teatro Adulto.
Inspirado comecei a escrever, reuni o elenco e começamos a ensaiar, produzir e montar a peça.
Continuamos recebendo as psicografias de Felipe, e abusando da liberdade poética, as usei como referência e consulta, no momento que ainda terminava o texto e tinha a colaboração dos atores.
Em 30 DE SETEMBRO, na CIA DE ARTE, Em Porto Alegre, estreamos CAMINHOS QUE CRUZEI, AMIGOS QUE ENCONTREI em apresentação fechada.
Elenco: Alvaro, Ana, Carol, Daniel, Fernando, Gisa, Marcos, Melissa, Pretto e Priscila. Com a colaboração de Marcos Paza e Elis Dutra na parte técnica.
De lá pra cá, são dez anos de muitas, muitas histórias, de vários amigos que estiveram conosco, novos que encontramos, e contá-las seria necessário um livro a parte.
Ah! As colegas Ana Essards e Gisele Faerman que me "incomodaram" para que essa peça saísse do circuito "Casas espíritas" e "espetáculos fechados" e fosse para o circuito e programação teatral da nossa Cidade.
Hoje a peça está entre as 10 de maior longevidade em atividade do Rio Grande do Sul e a peça espírita com mais tempo em atividade da Região Sul do País.
Tudo que eu tenho hoje, tudo o que eu sou como homem, artista devo a essa lição de vida contada no palco.
Entre tantos outros colaboradores impossível não citar: Inst. Esp. Dias Da Cruz, Presidência e DIJ, Tia Nair, Grupo Teatral Perseverança, FERGS e Teatro Nilton Filho.

quarta-feira, 9 de março de 2011

SMC com a corda toda!!!


Gostaria de parabenizar o pessoal da SMC por esse início de ano tão interessante em termos de realizações de eventos e iniciativas.
A formação de jurados, o Prêmio Carlos Carvalho, As oficinas e os encontros da próxima semana (segunda e terça 20hs).
Se tudo der certo estarei lá nesses dois dias prestigiando!
Mais informações sobre esse e outros eventos: www.maisteatro.blogspot.com

segunda-feira, 7 de março de 2011

Cia Artiurbana-Repertório 1


1ª Peça FEV 2000 - A MENINA QUE NÃO SABIA REZAR - - Esse texto escrevi em 1995 para o Grupo Teatral Perseverança, pois vi que haviam várias peças infantis que falavam sobre a importância da higiene, saúde, dos livros e etc e eu pensava: E a importância da prece? das boas vibrações? Da educação dos sentimentos? Assim nasceu esse espetáculo que teve várias montagens e várias apresentações em casas espíritas, escolas da Capital e do Interior do Estado.
Recém saído de uma interessante experiência de teatro de rua, trouxe na bagagem o querido amigo RODRIGO SCALARI, para me auxiliar na transposição dessa peça dos palcos para o desafio da roda, da rua.
Rodrigo que naquela época já mostrava sua grande capacidade artística nos mostrou os caminhos, ensaiou conosco exaustivamente naquele verão.
Com a peça ajustadinha, fomos batizar a CIA ARTIURBANA no BRIC DA REDENÇÃO, em pleno Domingo de Fevereiro, foi um batismo de fogo, foi algo muito, muito proveitoso e repetido algumas vezes depois em outras oportunidades.
Rodrigo que eu queria roubar para a minha Cia definitivamente, pediu um tempo pois queria estudar para passar no vestibular, queria muito fazer o DAD.
Remontei a peça outras vezes, mas nunca voltei para a rua, pois, definitivamente não é minha praia, mas não descarto.
Em 2009 Voltamos com a peça na foto que ilustra esse post, apresentando em casas espíritas como na orígem, testando, trabalhando e querendo voltar definitivamente para uma boa temporada em teatro.
Rodrigo como muitos conhecem, fez o Dad, inúmeros trabalhos elogiados e atualmente está na França desenvolvendo um belo trabalho que vc pode acompanhar nos posts que eu sigo: http://entreestiloszonasdejogo.blogspot.com/
Em 2009 a peça, assim como todas as seguintes com temática espírita passaram a fazer parte do repertório da CIA HARIBOLL de TEATRO

PS - Tenho o vídeo dessa apresentação do Bric e a fantástica cena do Rodrigo Caindo, acidentes cênicos que só depois da peça terminar a gente se mata de rir!

Elenco: Alvaro Dimare, Carolina Caon, Elis Dutra, Fernando Rodrigues, Gisele Faerman eu e Rodrigo Scalari

Ps2 - Acho que não esqueci ninguém que apresentou no Bric, se esqueci, me perdoem e me corrijam! Please!!!

Somos sucesso!


Sempre me achei meio ET, não que as coisas que eu faça na minha vida pessoal e artística sejam excêntricas ou inéditas, e sim por causa de alguns conceitos e caminhos que resolvi tomar nessas duas áreas.
Uma iniciativa ótima da SMC (Sec. Municipal da Cultura) www.maisteatro.blogspot.com, semana que vem promoverá em dois dias um encontro, debate sobre o SUCESSO no teatro.
Nele, vários Diretores e artistas darão seu parecer sobre isso, contando com o público, pois se trata de um evento aberto (mais detalhes no blog acima citado).
Alguns dos convidados, já escreveram no mesmo blog algo a respeito do sucesso, fracasso e critica.
Pois bem, após ler alguns dos posts, NÃO ME SENTI MAIS ET, concordo com muita coisa que escreveram.
Eu me considero um artista de sucesso, pois mantenho minha Cia Artiurbana e seu teatro 100% autoral há 11 anos, tendo a média de um espetáculo novo por ano e sempre com um bom público. E a Cia Hariboll que trata do teatro transcendental realzando um trabalho inédito no RS e com a peça CAMINHOS Q CRUZEI, sendo o espetáculo com maior longevidade do Sul do País e entre as 10 do Rio Grande do Sul.
Querer mais, crescer e evoluir sempre será uma meta, mas estou feliz com o que conquistei e o que sou hoje.
Um dia falei na palavra sucesso para um colega de teatro, que riu, dizendo tu acha isso sucesso? Para ele, sucesso é a Globo,Rio, São Paulo, Fumproarte, Açorianos e etc.
Tudo bem, isso é resultado de um trabalho, que avaliado por outros, pode ser considerado sucesso também, mas não menosprezem o que conquistei e o meu trabalho, senão, viro fera!
Críticas fazem parte mas felizmente não tem poder pra nada, nem para o bem, nem para o mal. (deixa a gente feliz ou irritado!).
O que condena uma peça ao fracasso é o espetáculo que não conquista o público, pois ele é o grande formador de opinião, e o boca a boca corre, ô se corre!
Claro que outros fatores podem contribuir para isso, mas cabe a produção analisar cada caso.
Somos sucesso! Vivemos honestamente da nossa arte, queremos mais, é claro, mas não podemos nos queixar!

sábado, 5 de março de 2011

Carnavália!


Então, é carnaval...Lembrei desse som...barulhinho bom!
Carnavália
Tribalistas
Composição: Carlinhos Brown, Marisa Monte E Arnaldo Antunes

Vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar
Vem fazer história que hoje é dia de glória nesse lugar
Vem comemorar, escandalizar ninguém
Vem me namorar, vou te namorar também
Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar

Na Portela tem Mocidade, Imperatriz
No Império tem uma Vila tão feliz
Beija-Flor, vem ver, a porta-bandeira
Na Mangueira tem morenas da Tradição

Sinto a batucada se aproximar
Estou ensaiado para te tocar

Repique tocou, o surdo escutou
E o meu corasamborim
Cuíca gemeu
Será que era eu
Quando ela passou por mim

Lá lá lá..

Vem pra minha ala que hoje a nossa escola vai desfilar
Vem fazer história que hoje é dia de glória nesse lugar
Vem comemorar, escandalizar ninguém
Vem me namorar, vou te namorar também
Vamos pra avenida, desfilar a vida, carnavalizar

Na Portela tem Mocidade, Imperatriz
No Império tem uma Vila tão feliz
Beija-Flor, vem ver, a porta-bandeira
Na Mangueira tem morena da Tradição

Sinto a batucada se aproximar
Estou ensaiado para te tocar

Repique tocou, o surdo escutou
E o meu corasamborim
Cuíca gemeu
Será que era eu
Quando ela passou por mim

Lá lá lá..

quarta-feira, 2 de março de 2011

MOSKETEIRAS!


O Texto estalando de novinho, a agenda fechada dos ensaios e da pré-estréia, a pré-produção fazendo seu trabalho, para aguentar a ansiedade pelo início dos trabalhos, eu brinco de fazer cartaz de peças, sempre fiz isso! No final das contas acabo colocando a arte nas mãos de quem sabe de fato fazer bem feito. Mas gosto de brincar...Do que trata a peça? Hum...Em breve!!! Mas cuidado! Não tentem adivinhar, nada é tão óbvio quanto parece!!!

terça-feira, 1 de março de 2011

FUMPROARTEMOS!


Depois de três anos, juntamente com a nossa equipe de produção protocolamos um projeto no FUMPROARTE, adoraríamos no final de tudo, ver esse logo no nosso cartaz, ou seja, a SMC, os jurados endossando e acreditando no projeto que a gente criou e trabalhou muito para apresentá-lo da melhor forma possível.
Temos a ciência que ainda estamos engatinhando nesse processo todo de editais e tal, mas no final das contas a experiência já valeu!
Nunca me preocupei muito com a concorrência, nunca me assustei qdo entrava em uma fila enorme de emprego, procurava fazer a minha parte.
Fizemos a nossa , concorrendo com Cias muito mais experientes, idéias de espetáculos tão boas ou melhores que as nossas, produtoras especializadas em fazer um bom projeto, mas estamos ai.
Foi um trabalho legal, conseguimos a adesão de muitos profissionais já premiados, ao lado de nossos colaboradores de sempre, sem perder a característica da Cia Artiurbana, sempre apostando em novas caras e um repertório com texto 100% autoral.
PS.Também nos inscrevemos no PRÊMIO CARLOS CARVALHO/AUXILIO MONTAGEM, cujo resultado é agora em março...Quem sabe?
Gostamos dessa história de editais, concursos, mostras, e continuaremos nossa trajetória independente, mas sempre tentando algo a mais...